Filmes de Pedro Neves Marques e Leonor Noivo competem em Roterdão

Adicionalmente, a competição principal do festival, que volta a ser ‘online’ este ano devido à pandemia de covid-19, integra “A Criança”, de Marguerite de Hillerin e Félix Dutilloy-Liégeois, rodado em Portugal com produção da Leopardo Filmes.

Na competição de curtas-metragens do festival vão estar os filmes “Becoming Male in the Middle Ages”, de Pedro Neves Marques, e “Madrugada”, de Leonor Noivo, que faz assim a sua estreia internacional depois de ter conquistado o prémio de melhor filme da competição nacional no Curtas de Vila do Conde.

Já Ágata de Pinho vai apresentar “Azul” na secção de “Curta & Média duração”, um filme de 20 minutos que o festival descreve como “uma estreia de mestre”. Na mesma secção, o escritor e realizador angolano Ondjaki mostra “Vou mudar a cozinha”, descrito por Roterdão como um “monólogo poético” de uma jovem viúva assombrada pela Guerra Civil de Angola.

Na secção “Cinema Recuperado”, que apresenta “clássicos restaurados, documentários sobre cultura cinematográfica e explorações da herança do cinema”, vai ser exibido o histórico “Sambizanga”, da francesa Sarah Maldoror, sobre a Guerra de Independência de Angola.

Antes, já havia sido anunciado que Edgar Pêra iria levar aos Países Baixos o seu “Kinorama”, depois de, em 2019, ter sido alvo de uma retrospetiva por aquele festival.

A 51.ª edição do festival internacional de cinema de Roterdão vai decorrer de 26 de janeiro a 06 de fevereiro. Será a segunda edição consecutiva que o festival organiza apenas ‘online’.

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