Ilusionista e ator Luís Rodrigues vai liderar Convento São Francisco

Luís Rodrigues é “ilusionista, consultor, formador de teatro, produtor e programador” a viver em Coimbra, passando a assumir a programação do Convento São Francisco (CSF) a partir de 01 de julho, assumindo a pasta depois de Paulo Pires, antigo adjunto da ex-ministra da Cultura Graça Fonseca, ter abandonado o cargo em fevereiro, por motivos pessoais, referiu a Câmara de Coimbra, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

Segundo a mesma nota, Luís Rodrigues é profissional das artes desde 1996, tendo colaborado com “diversas entidades como companhias de teatro, autarquias e empresas”.

Formado em direito, é sócio da companhia O Teatrão, onde exerceu vários cargos, é membro do conselho fiscal da Fundação Inês de Castro, foi presidente da direção do Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra (TEUC), lecionou teatro a alunos do 2.º e 3.º ciclo do ensino básico e assumiu a coordenação de diversas atividades de teatro no Colégio São Teotónio, em Coimbra, tendo também sido professor orientador de estágios da licenciatura em Teatro e Educação na Escola Superior de Educação de Coimbra, referiu a autarquia.

O novo programador do CSF vai liderar aquele espaço cultural de Coimbra “em regime de avença”, mantendo-se a restante estrutura municipal do Convento, acrescentou o município, sem divulgar o valor da avença contratualizada.

Na nota, a Câmara de Coimbra deixa ainda um agradecimento ao ex-programador Paulo Pires, pela “excelência do inovador trabalho desenvolvido num tão curto espaço de tempo e por, em trabalho de equipa e diálogo permanente, ter sido desenhada uma nova estratégia cultural bem patente no êxito da programação cultural do CSF”.

Paulo Pires abandonou a programação do Convento São Francisco quando ocupava o cargo há apenas quatro meses.

Anteriormente, o antigo diretor do Departamento de Cultura e Turismo, Francisco Paz, assumiu a programação do espaço durante oito meses, após a antiga diretora regional da Cultura do Centro Celeste Amaro ter estado menos de uma semana à frente do cargo, por se ter incompatibilizado com a equipa daquele equipamento cultural.

O atual executivo tinha defendido durante e após a campanha das últimas eleições autárquicas um novo modelo para a gestão do Convento São Francisco, mas recuou na decisão, mantendo a gestão direta por parte da autarquia.

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