Monica Belluci protagoniza ‘Maria Callas — Cartas e Memórias’ no CCB

 

Com base no livro ‘Maria Callas Letres & Mémoires’, de Tom Volf, que também encena, a peça permite a descoberta da ‘história verdadeira por detrás da lenda’ que marcou os palcos de ópera nos anos de 1950/70, segundo o programa do festival.

O texto vai da infância modesta de Maria Callas (1923-1977), nascida Anna Maria Sofia Cecilia Kalogeropoulou, em Nova Iorque, aos finais da II Guerra Mundial, em Atenas, e da discreta estreia da soprano na ópera, na capital grega, até ao clímax da sua carreira; vai também do casamento com o empresário Giovanni Battista Meneghini, ao escândalo pela relação com o milionário grego Aristóteles Onassis. Ao longo de cerca de 70 minutos, ‘Maria Callas — Cartas e Memórias’ constitui ‘um autorretrato fascinante e perturbador da maior voz do século XX’.

‘Levanta-se o véu que tanto cobre Maria — a mulher vulnerável, dividida entre a vida nos palcos e a sua vida privada — como Calas, a artista vítima de exigência para consigo própria e da batalha perpétua que travou com o canto’, lê-se no programa do festival.

Falada em francês, com legendas em português, a peça conta com vídeo de Olivier Olry, luz de Anne Roudiy, e é apresentada no Centro Cultural de Belém, hoje e no domingo, sempre às 19:00.

Produzida pela companhia francesa Les Visiteurs du Soir, a peça chega a Portugal com o apoio do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa e do Instituto Francês de Portugal.

Como atividades paralelas ao Festival, começa hoje, no Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada, o curso de formação ‘O sentido dos mestres’, ministrado pelo bailarino e coreográfo Josef Nadj.

Nascido em 1957 na antiga Jugoslávia, atual Sérvia, Josef Nadj é também o autor do espetáculo ‘Omma’, que é apresentado hoje e no domingo no Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada, depois da estreia na sexta-feira, também no âmbito do festival.

‘Omma’ tem coreografia e figurinos de Josef Nadj. O programa de ‘O sentido dos mestres’ termina no próximo dia 14.

Hoje, na Casa da Cerca — Centro de Arte Contemporânea, realiza-se ainda o encontro sobre a implantação do festival em Almada (1978-1988), o segundo de quatro, que decorrem aos sábados durante a edição do festival, dedicados aos 50 anos da sua anfitriã, a Companhia de Teatro de Almada (CTA), que se assinalam este ano.

Vinte e uma produções num total de 108 sessões preenchem a programação de teatro da edição deste ano do Festival de Almada, que decorre em sete salas, cinco do concelho de Almada e duas em Lisboa.

 

Leia Também: Teatro S. Luiz programa duas peças que abordam ameaças à democracia

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Monica Belluci protagoniza ‘Maria Callas — Cartas e Memórias’ no CCB

 

Com base no livro ‘Maria Callas Letres & Mémoires’, de Tom Volf, que também encena, a peça permite a descoberta da ‘história verdadeira por detrás da lenda’ que marcou os palcos de ópera nos anos de 1950/70, segundo o programa do festival.

O texto vai da infância modesta de Maria Callas (1923-1977), nascida Anna Maria Sofia Cecilia Kalogeropoulou, em Nova Iorque, aos finais da II Guerra Mundial, em Atenas, e da discreta estreia da soprano na ópera, na capital grega, até ao clímax da sua carreira; vai também do casamento com o empresário Giovanni Battista Meneghini, ao escândalo pela relação com o milionário grego Aristóteles Onassis. Ao longo de cerca de 70 minutos, ‘Maria Callas — Cartas e Memórias’ constitui ‘um autorretrato fascinante e perturbador da maior voz do século XX’.

‘Levanta-se o véu que tanto cobre Maria — a mulher vulnerável, dividida entre a vida nos palcos e a sua vida privada — como Calas, a artista vítima de exigência para consigo própria e da batalha perpétua que travou com o canto’, lê-se no programa do festival.

Falada em francês, com legendas em português, a peça conta com vídeo de Olivier Olry, luz de Anne Roudiy, e é apresentada no Centro Cultural de Belém, hoje e no domingo, sempre às 19:00.

Produzida pela companhia francesa Les Visiteurs du Soir, a peça chega a Portugal com o apoio do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa e do Instituto Francês de Portugal.

Como atividades paralelas ao Festival, começa hoje, no Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada, o curso de formação ‘O sentido dos mestres’, ministrado pelo bailarino e coreográfo Josef Nadj.

Nascido em 1957 na antiga Jugoslávia, atual Sérvia, Josef Nadj é também o autor do espetáculo ‘Omma’, que é apresentado hoje e no domingo no Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada, depois da estreia na sexta-feira, também no âmbito do festival.

‘Omma’ tem coreografia e figurinos de Josef Nadj. O programa de ‘O sentido dos mestres’ termina no próximo dia 14.

Hoje, na Casa da Cerca — Centro de Arte Contemporânea, realiza-se ainda o encontro sobre a implantação do festival em Almada (1978-1988), o segundo de quatro, que decorrem aos sábados durante a edição do festival, dedicados aos 50 anos da sua anfitriã, a Companhia de Teatro de Almada (CTA), que se assinalam este ano.

Vinte e uma produções num total de 108 sessões preenchem a programação de teatro da edição deste ano do Festival de Almada, que decorre em sete salas, cinco do concelho de Almada e duas em Lisboa.

 

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