Sérgio Godinho: “Gosto de rimas quando elas fazem sentido. Às vezes no rap há um certo abuso, mas isso não acontece nos bons rappers”

“Gosto de tratar os objetos como únicos e irrepetíveis. A música tem os seus códigos próprios, e as letras, chamemos-lhe poemas ou não, têm também códigos próprios, porque se trata de métricas, de rimas”. No podcast Posto Emissor, Sérgio Godinho abre o livro sobre o seu processo de escrita
Blitz
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