AgitÁgueda com arte urbana além dos chapéus, concertos e teatro de rua

Ao todo são mais de 49 espetáculos e 900 pessoas envolvidas na organização de um festival que é já conhecido além-fronteiras e que, como salientou o presidente da Câmara de Águeda, Jorge Almeida, é definido a cada ano pela surpresa.

Arte urbana, teatro de rua, desporto e atividades náuticas, gastronomia, artesanato e “muito mais” é o que o festival tem para oferecer aos visitantes, de forma gratuita, com um cartaz a que não faltam nomes conhecidos em concertos.

Dia 01 de julho, pelas 22:30, toca a Banda Alvarense e Olavo Bilac. No dia 02, é a vez de Wiu e Teto; no dia 03, Nuno Casais e Saia e, no dia 04, Carla Blondie.

Dia 05, atuam Ketas de Angola e Scro Que Cuia; no dia 06, Shantel & Bucovina.

O fim de semana seguinte é preenchido com T-Rex, no dia 07, Richie Campbell, dia 08, e a Banda Castanheirense com os UHF e o Orfeão de Águeda.

A 10 de julho, sobem ao palco os Meninos da Sacristia, seguidos de Maria Café, a 11 Rosinha e, a 12, Bateu Matou, enquanto no dia 13 se ouvem os Peste & Sida.

Novo fim de semana com Cura, na sexta dia 14, The Stranglers, no sábado, e os Azeitonas com a Orquestra 12 de Abril, no domingo dia 16.

Dia 17, o palco é ocupado por Mountain Valley e por Marta, a 18, com os Sounds of all colors de Liliana Almeida, Calua, Nitri e Mayr Faquirá, enquanto a 19 “Quem é o Bob?” figura no programa e, na quinta-feira, 20 de julho, é o Mundo Segundo Sam the kid.

O último fim de semana do festival vai trazer a Águeda Wet Bed Gang na sexta, dia 21, Matias Damásio, no sábado a seguir, e o espetáculo Abba, no domingo.

Além de nomes consagrados e de bandas nacionais e internacionais o evento aposta em artistas emergentes e promove novos projetos musicais através do concurso talentos AgitÁgueda.

O festival arranca com Simon Party, uma festa silenciosa que vai alegrar a noite de 30 de junho, numa celebração de boas-vindas ao ritmo de música que os DJs farão entoar em cada ‘headfone’ utilizado na rua Luís de Camões.

Outro aspeto marcante do festival de Águeda são as estátuas vivas que vão estar espalhadas no primeiro fim de semana pelas ruas da cidade.

Além de engalanar as ruas, os chapéus vão ter também um concurso, recebendo artistas e criações para um desfile que vai da Avenida até à Praça do Município.

Tal como em anos anteriores, as instalações artísticas e a arte urbana marcam a cidade de Águeda por estes dias, com obras de Goodmess, do Coletivo Nora, de Mário Belém, de EIME, do Duo Amazonas, de Bordalo II, de Halfstudio ou de Millo, entre outros.

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