Moedas: Museu do Tesouro Real é "reconciliação entre passado e futuro"

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Carlos Moedas inaugurou, na quarta-feira, o Museu do Tesouro Real, Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, onde relembrou como chegou “aos nossos dias como um palácio inacabado”.

Recorda a história envolta e mencionou que, com a sua inauguração, se está “a assinalar um elo de uma longa, longuíssima, corrente história que une o passado longínquo ao futuro, que une a cultura material à imaterial, que invoca os aspetos fundamentais da nossa historia política e diplomática”.

Para Carlos Moedas esta é uma “reconciliação entre o passado e o futuro”, uma celebração harmónica “entre o património material e imaterial”, visto que se disponibiliza, pela primeira vez, aos portugueses “um tesouro que é deles” e que “nas últimas décadas esteve na escuridão das caixas e gavetas por não haver condições de segurança para o mostrar”.

O presidente da CML expressou um sentimento de orgulho e deixou uma palavra “a quem trabalhou de forma incansável ao longo de anos”, como curadores, conservadores, financeiros, operários, entre outros, que possibilitaram a recuperação do museu.

Congratulou ainda o autor do projeto, João Carlos Santos, e agradeceu, entre outros, ao seu antecessor Fernando Medina.

Com o Museu do Tesouro Real reconciliamos o passado com o futuro, celebramos a harmonia entre o património material e imaterial.
Este Museu vem beneficiar a cultura portuguesa e o bem-estar dos portugueses reforçando a nossa identidade, a nossa história e os nossos valores. pic.twitter.com/oqpuWilD3P

— Carlos Moedas (@Moedas) June 2, 2022

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