Novo romance de Isabela Figueiredo chega este mês e explora a solidão

De acordo com a Editorial Caminho, que edita a obra da autora de “Caderno de Memórias Coloniais” e de “A Gorda”, este novo romance de Isabela Figueiredo conta as histórias de um homem e de uma mulher que sofrem, cada um à sua maneira, um dos grandes males da vida moderna — a solidão.

Para estas duas personagens, a solidão é a resposta encontrada para os violentos acidentes com que a vida os agrediu.

“As sociedades modernas vivem sobre a violência. Mas há quem a recuse, como é aqui o caso de José Viriato e da sua misteriosa vizinha, Beatriz, que todos conhecem como a Matadora”, especifica a editora.

O acaso junta estas duas pessoas e o que resulta da junção de duas solidões é a questão que este romance equaciona e deixa em aberto, com a resposta ao critério dos leitores.

Natural de Moçambique, Isabela Figueiredo estudou Línguas e Literaturas Lusófonas, Sociologia das Religiões e Questões de Género, trabalhou como jornalista no Diário de Notícias e foi professora de Português. Começou a escrever no blogue “Mundo Perfeito”, que entretanto mudou para “Novo Mundo”, no qual continua a publicar textos regulamente.

É autora de “Conto É Como Quem Diz”, novela que recebeu o primeiro prémio da Mostra Portuguesa de Artes e Ideias, em 1988, e de “Caderno de Memórias Coloniais”, sobre o colonialismo português em Moçambique, cuja edição francesa foi finalista do Prémio Femina Estrangeiro, e “A Gorda”, obra que recebeu o Prémio Literário Urbano Tavares Rodrigues.

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