Prémio LeYa atribuído a Celso José da Costa

O Prémio LeYa 2022 foi atribuído, por unanimidade, à obra ‘A arte de driblar destinos’, do escritor brasileiro Celso José da Costa, que concorreu sob o pseudónimo de Fagundes Andrade. O anúncio foi feito esta quarta-feira pelo júri, presidido por Manuel Alegre, na sede do grupo editorial, em Alfragide.

O livro premiado destaca “uma saga familiar que reflete muito bem, com ritmo e vivacidade, o mundo social do interior do Brasil”, assinou Manuel Alegre.

Celso José da Costa, de 73 anos, é matemático, natural do Estado do Paraná, no Brasil.

Concorreram 218 originais a esta edição, oriundos de Portugal, Alemanha, Brasil, Espanha, Holanda, Inglaterra, Japão, Moçambique e Polónia, habilitando-se a um prémio de 50 mil euros.

Além de Manuel Alegre, faziam parte do júri a escritora e poeta angolana Ana Paula Tavares, a jornalista, escritora e crítica literária portuguesa Isabel Lucas, o editor, jornalista e tradutor brasileiro Paulo Werneck, os professores Lourenço do Rosário, fundador e antigo reitor da Universidade Politécnica de Maputo, e José Carlos Seabra Pereira, da Universidade de Coimbra, e ainda o escritor português Nuno Júdice.

O Prémio LeYa foi atribuído pela primeira vez em 2008, ao romance ‘O Rastro do Jaguar’, do escritor brasileiro Murilo Carvalho, e já distinguiu dez autores.

Em 2010, 2016 e em 2019 o júri não atribuiu o galardão, justificando “falta de qualidade” das obras candidatas, e em 2020 foi suspenso por causa da pandemia.

Gabriela Ruivo Trindade, com o romance ‘Uma Outra Voz’, foi a única escritora distinguida até ao momento.

No ano passado, o Prémio LeYa foi atribuído a ‘As Pessoas Invisíveis’, de José Carlos Barros.

[Notícia atualizada às 12h17]

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