‘Rebentar em três atos’ abre temporada na Casa da Música Jorge Peixinho

Com encenação de Maria Mascarenhas, a nova criação da Companhia Mascarenhas Martins assinala o regresso daquela à encenação depois de, em maio de 2022, ter assinado “Só há título no final”.

Com dramaturgia e luz de Maria Mascarenhas, “Rebentar em três atos” é “uma espécie de reflexão sobre o que aconteceu à encenadora em 2022, a nível pessoal e profissional”, disse a própria à Lusa.

“Muita coisa aconteceu; e ou fugimos e deixamos aquilo afundar num buraco qualquer, ou então, assumimos que há sempre uma renovação e uma ideia de melhorar e nada combina tão bem com a ideia de recomeço como a primavera”, disse.

Num espetáculo “um pouco diferente” dos que tem feito, Maria Mascarenhas disse que em “Rebentar em três atos” “o texto desapareceu um pouco, para dar mais lugar ao movimento e à ligação com a música”.

“É um espetáculo mais sensorial, ou, pelo menos, pretendo que seja”, frisou, acrescentado tratar-se de um espetáculo que pretende questionar como é que as pessoas se podem “relacionar com o outro”.

A interpretar “Rebentar em três atos” estão André Alves e João Jacinto, numa peça que, segundo Maria Mascarenhas, pretende “fazer explodir coisas na primavera”.

Com música de Diogo Sousa, Levi Martins e Sérgio Mendes, espaço cénico de Artur Larugo, guarda-roupa de Ana Simão e som de André Eusébio, esta produção da Companhia Mascarenhas-Martins vai estar em cena até 28 de maio.

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